Estratégias para minimizar os desafios imunológicos no leitão recém-desmamado

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O sistema imunológico do leitão é imaturo e o seu lento desenvolvimento o torna suscetível às doenças. Já nas primeiras horas de vida, o leitão, para ser considerado saudável, deve ingerir o colostro, pois esta é a sua primeira fonte de anticorpos. O leitão leva quatro semanas para desenvolver um padrão imunológico razoável e, normalmente, os desmames ocorrem antes deste momento.

No desmame ainda há uma baixa produção de HCl no estômago e podem ocorrer lesões severas nas vilosidades intestinais. A preservação da integridade do epitélio intestinal é fundamental, pois ele é responsável pela absorção de nutrientes, pela absorção e secreção de minerais e de água, pela secreção de muco e serve como barreira contra fatores antinutricionais das dietas e de agentes microbianos.

Assim, uma forma de não prejudicar o metabolismo do leitão recém-desmamado é a de beneficiar o seu estado imune a partir do uso de dietas contendo ingredientes imuno-potenciadores. Estes aditivos/ingredientes, adicionados às dietas, podem favorecer a manutenção de um intestino sadio, através da inibição de adesão dos patógenos, da manutenção da estrutura das células epiteliais e da modulação da resposta imune.

Este artigo tem por objetivo descrever a ação de alguns ingredientes sobre a imunidade do leitão.

Como é a ação do sistema imune no desempenho do animal?

Para explicar esta interação nutrição X imunidade, primeiramente é necessário entender um pouco sobre o modo de ação do sistema imune no organismo do leitão.

Uma ampla variedade de células e mediadores está envolvida na resposta imune.

Quando o animal está presente em um ambiente contaminado, os integrantes do sistema imune desencadeiam uma série de respostas metabólicas, neuro-endócrinas e comportamentais que compõe o chamado ESTRESSE IMUNOLÓGICO (Johnson, 1997). Este estresse imunológico resulta em um prejuízo às diversas respostas zootécnicas.

Durante e após o estresse imunológico, este efeito é coordenado pela liberação de substâncias conhecidas como CITOCINAS. As citocinas servem como moléculas de comunicação do sistema imune e são responsáveis por várias alterações do estado nutricional, que ocorre durante a resposta imune. O processo ocorre como demonstra o quadro abaixo.

Este esquema é a resposta imunológica que ocorre no organismo do leitão frente a um desafio. Patógenos são CORPOS ESTRANHOS que invadem o organismo e são reconhecidos através de seus ANTÍGENOS. Os antígenos provocam a estimulação das células imunocompetentes, responsáveis pela produção de anticorpos ou de uma reação imunitária.

Os ANTICORPOS são proteínas que se ligam aos antígenos não permitindo que eles ajam no organismo animal. O reconhecimento dos antígenos pelas células de defesa (anticorpos) resulta na secreção das citocinas.

As CITOCINAS, como já foi descrito, agem como mediadores entre as células do sistema imune e as outras células do organismo. No entanto, as citocinas causam danos colaterais como a redução da velocidade de ganho de peso, as perdas de músculo, a redução da eficiência alimentar e a anorexia (Cook, 2001), uma vez que estas substâncias redirecionam o fluxo de nutrientes para a síntese de substâncias imune e induzem a degradação e a diminuição da síntese do músculo esquelético (Cook e Pariza, 1998). Estas respostas inflamatórias podem ser responsáveis por até 70% na diminuição do crescimento animal, assim, o desenvolvimento, a manutenção e o uso do sistema imune exigem nutrientes que devem ser originados da dieta e não do próprio organismo do animal.

Dessa forma, quando o sistema imune é ativado em defesa contra os patógenos, a demanda por nutrientes é aumentada.

Isto porque estes nutrientes são utilizados como substratos para, por exemplo, a produção de anticorpos e das citocinas. Consequentemente, o desenvolvimento, a manutenção e o uso do sistema imune exige nutrientes que devem ser originados da dieta e não do próprio organismo do animal.

Para se ter uma idéia dos custos das reações imunes para o organismo do animal, cita-se a febre como exemplo. A febre requer um custo adicional de energia devido ao aumento da temperatura corporal. Este aumento de temperatura causa tremores, o aumento das taxas de reações bioquímicas e aumento da utilização de ATP.

Deve-se também dividir o impacto das infecções nas exigências de nutrientes de duas formas: o efeito devido as patologias específicas e os efeitos que são devido a resposta do sistema imune aos patógenos.

Impedir que os patógenos invadam o organismo do animal é tarefa quase que impossível. Isto só pode ser observado em um ambiente totalmente controlado e “germ-free” (livre de qualquer microorganismo). Assim, é importante que se aprenda a conviver com estes seres que estão presentes em toda parte. Para tal, o desafio deve ser minimizado por intermédio das dietas, que possibilitem o desenvolvimento de uma microbiota intestinal, onde se desenvolvam bactérias benéficas e não ocorra a proliferação de bactérias maléficas. Isto possibilita a manutenção de um intestino saudável, capaz de servir como barreira contra a entrada destes microorganismos, que depreciam o desempenho dos animais e afetam a rentabilidade dos suinocultores.

A Tabela abaixo mostra os resultados de um estudo conduzido com leitões de 6 a 27 kg mantidos sob duas condições sanitárias. Como pode ser observado, o desempenho dos animais foi prejudicado quando mantidos em ambiente com baixa condição sanitária

Entre os fatores estressores, que interferem na imunidade, podem ser citados o ambiente (temperatura, umidade, ventilação) a baixa higiene (patógenos), a lotação, a mudança da dieta e a movimentação dos animais. Estes fatores favorecem a liberação de cortisona, que deprimem a produção de anticorpos e, por conseqüência, diminuem a imunidade (esquema a seguir):

Micotoxinas e Circovirose afetam o sistema imune

Micotoxinas

As aflatoxinas são metabólitos tóxicos, produzidos pelos fungos Aspergillus flavus e Aspergillus parasiticus, que podem ser encontrados contaminando grãos armazenados. O mecanismo de atuação destas toxinas envolve a inibição da síntese protéica, interferindo na formação das enzimas necessárias ao metabolismo energético, a produção de anticorpos e a mobilização de gordura, sendo o fígado o órgão mais afetado. (Sobestiansky et al., 1999).

A toxicidade das aflatoxinas depende da dose ingerida e da espécie. Animais jovens são mais susceptíveis e as situações de estresse também podem agravar o quadro de aflatoxicose.

 

Como a incidência de grãos com micotoxinas é alta, recomenda-se o uso de adsorventes nas dietas dos animais.

Circovirose

A circovirose é uma doença imunossupressora, caracterizada por uma infecção generalizada. Clinicamente ela se identifica por dificuldades respiratórias progressivas, emagrecimento, icterícia e aumento dos gânglios linfáticos. Esta síndrome resulta em um atraso significativo no crescimento e na refugagem de leitões afetados.

O estresse e a imunossupressão estão envolvidos na severidade da doença.

Aditivo e/ou Ingredientes que podem auxiliar nas funções imunes do animal

O uso de dietas de alta digestibilidade e palatabilidade para os leitões durante o período de creche já é fato consolidado para o adequado desenvolvimento destes animais neste período crítico, uma vez que auxilia no adequado funcionamento do sistema imune. Além disso, existem no mercado alguns aditivos e ingredientes específicos que auxiliam o sistema imune do animal refletindo, assim, em melhores desempenhos zootécnicos. A seguir serão descritos alguns exemplos.

Minerais orgânicos

Os minerais orgânicos são compostos destinados à nutrição formados por frações orgânicas Os minerais orgânicos são formados por frações orgânicas (peptídeos e aminoácidos) ligadas a frações inorgânicas (minerais), por meio do processo de quelação. Podem estar na forma de quelatos, proteinados e complexos. Nos suínos, os minerais orgânicos melhoram a ativação do sistema imune, ocasionando queda da mortalidade, da morbidade e da redução de dermatites. Os minerais orgânicos de maior interesse nas dietas para os suínos são ferro, cobre, zinco, manganês, selênio e cromo.

Suínos recebendo 200 ppm de ferro orgânico apresentaram aumento significativo no transporte transplacentário deste mineral para os embriões, resultando em uma menor mortalidade de leitões, com aumento do peso ao nascer e ao desmame, além do aumento na concentração de ferritina e de imunoglobulinas no sangue dos animais (Close, 1999).

O zinco orgânico promove efeito positivo tanto na resposta imune aos patógenos, quanto na prevenção de doenças, pois tem um efeito na resposta imune da mucosa do intestino (Scott & Koski, 2000). Na deficiência de Zinco há atrofia do timo e as funções das células de defesa são afetadas.

O cobre também tem um papel como um importante componente do sistema imune. Duas enzimas que contém cobre apresentam atividade anti-inflamatória. A deficiência deste mineral causa danos nas células imunes, como os linfócitos-T (Bala et al., 1992).

O selênio orgânico é melhor absorvido pelo organismo animal e tem sido demonstrado que ele estimula a resposta imune, com o aumento da proliferação de linfócitos em resposta aos antígenos. Também atua como antioxidante natural.

Nucleotídeos

São componentes presentes nas células dos animais (DNA e RNA). O epitélio intestinal, frente aos desafios sanitários, sofre desgaste constante e precisa se regenerar rapidamente para manter as funções digestivas e absortivas. Para regeneração destas vilosidades é necessária a presença de nucleotídeos. Quando adicionados, através das dietas, podem beneficiar os animais durante um desafio imune com um menor custo energético do que a síntese de nucleotídeos através do metabolismo do animal.

Betaína

A betaína é uma molécula natural, oriunda da beterraba, com propriedades osmoprotetoras. A função desta molécula em um quadro de estresse imunológico é a de equilibrar o balanço eletrolítico das células dos enterócitos do intestino e das células de defesa, não permitindo que as mesmas se desidratem, reduzindo, com isto, os quadros de diarréia.

Ácido linoléico conjugado (CLA)

Os CLA são isômeros do ácido linoléico (cis 9, trans 11 e cis 12, trans 10), presentes na forma natural em muitos tecidos, tanto animais quanto vegetais. Suas características bioquímicas conferem-lhes a capacidade de incorporar-se às membranas celulares e a bloquear alguns processos metabólicos ligados ao estresse imunológico (pela presença de patógenos), ativando a imunidade celular (Pariza, 2001). A melhora da resposta imune com a utilização de CLA em dietas de suínos é decorrente de sua ação e/ou regulação das citocinas, não permitindo o catabolismo do músculo esquelético. Bee et al. (2000), testando o desempenho de leitegadas de fêmeas que receberam ou não 2% de CLA, verificaram que os melhores resultados dos leitões provenientes de fêmeas que receberam CLA podem estar relacionados à regulação da estimulação imune, que permitiu a maior disponibilização de energia para os processos anabólicos. Além de favorecer o desempenho, o CLA também melhorou o estado sanitário dos leitões.

Plasma

A ação atribuída ao plasma para um melhor desempenho dos suínos é devida a sua composição que contém, em média, 22 % de imunoglobulinas. Coffey e Cromwell (1995) demonstraram, em suínos, que o plasma sanguíneo pode melhorar o desempenho deles após o desmame aumentando sua imunocompetência. Isto foi devido à presença das imunoglobulinas, pois elas podem prevenir os danos causados por patógenos na parede intestinal e manter as propriedades digestivas e absortivas do intestino.

Óleos Essenciais

Os óleos essenciais são compostos voláteis, extraídos das plantas (folhas, flores, raízes, sementes e frutos) por destilação. Normalmente são encontrados nas glândulas secretoras ou nas células das plantas vivas.

O mecanismo pelo qual a maioria dos óleos essenciais exerce seus efeitos antibacterianos é através de sua atividade na estrutura da parede celular bacteriana, desnaturando e coagulando as proteínas. Eles alteram a permeabilidade da membrana citoplasmática, comprometendo a troca de íons. Esta alteração dos gradientes iônicos promove a deterioração dos processos essenciais da célula, como o transporte de elétrons, a translocação de proteínas, a fosforilação e outras reações dependentes de enzimas. Isto ocasiona uma perda do controle quimiosmótico da célula afetada e, conseqüentemente, a morte bacteriana.

Além de diminuir as bactérias maléficas do intestino, os óleos essenciais podem aumentar a população de bactérias benéficas como os Lactobacillus, além de aumentar a produção de ácido butírico que auxilia na manutenção das vilosidades intestinais (Tabela abaixo).

Efeito do extrato vegetal na flora intestinal produtora de Lactobacillus spp.

Probióticos

Os probióticos são microorganismos vivos (como as leveduras), que contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal em favor de espécies não patogênicas, eliminando as patogênicas. Há quatro modos de ação conhecidos, pelos quais as bactérias probióticas agem:

Competição por sítios de ligação ou exclusão competitiva - as bactérias probióticas ocupam os sítios de ligação na mucosa intestinal formando uma barreira física às bactérias patogênicas;

Competição por nutrientes - as bactérias probióticas se nutrem de ingredientes parcialmente degradados pelas enzimas digestivas.

Produção de substâncias antibacterianas (ácidos orgânico e bacteriocinas) e enzimas;

Estímulo do sistema imune - As bactérias probióticas favorecem as respostas imunes sistêmicas, aumentando o número e a atividade de células fagocíticas. Pelo estímulo imunológico na mucosa, ocorre a produção de anticorpos tipo IgA, que bloqueiam os receptores e reduzem o número de bactérias patogênicas na luz intestinal. Além disso, promovem a ativação de macrófagos e a proliferação de células T.

As bactérias probióticas também protegem os vilos e as superfícies absortivas contra toxinas irritantes, produzidas pelos microrganismos patogênicos, permitindo a regeneração da mucosa intestinal lesada.

Prebióticos

Os prebióticos são definidos como ingredientes não digeríveis, que têm um efeito benéfico no intestino, onde inibem o desenvolvimento de bactérias nocivas e estimulam o crescimento das bactérias benéficas como Lactobacilllus e Bifidobactérias. A colonização por bactérias benéficas tem efeitos positivos ao leitão como promover a maturação do intestino, a integridade intestinal, o combate aos patógenos e a modulação da imunidade. Entre os prebióticos destacam-se os mananoligossacarídeos, derivados da parede celular de leveduras. Trabalhos têm demonstrado que o uso de mananoligossacarídeos nas dietas das fêmeas suínas aumenta a imunidade dos leitões nascidos.

Composição do colostro, na pré-amamentação, de matrizes suínas tratadas ou não com mananoligossacarídeos.

Vitaminas A, E e C

Estas vitaminas têm papel fundamental no sistema imune, pois influenciam a produção de anticorpos e a proliferação de células de defesa.

A função fisiológica predominante da vitamina E é como antioxidante natural que protege as macromoléculas do sistema imune contra os danos causados pelas reações químicas do organismo. Também há muito tempo tem sido demonstrado que a suplementação de vitamina E aumenta a produção de anticorpos. O gráfico abaixo demonstra o efeito da vitamina E na resposta imune de suínos (entre 6 e 8 semanas) quando desafiados com E. coli. Quanto maior a suplementação maior foi a produção de anticorpos.

A exigência recomendada para situações de estresse quando o sistema imune está muito ativado é de 75 a 220 ppm. Esta recomendação varia de acordo com a idade do animal e com o tipo de dieta. De forma geral o que se preconiza é 220 ppm para a fase pré-inicial, 150 ppm para a fase inicial, 100 ppm para a fase de crescimento, 60 ppm para a fase final e 50 ppm para porcas.

A vitamina A também é exigida para dar suporte à imunidade adquirida. A suplementação de vitamina A apresenta um efeito de redução na severidade de algumas infecções, incluindo doenças que provocam diarréia (Kirkwood, 1996).

A vitamina C é sintetizada pelos suínos, mas sua suplementação tem como objetivo aumentar a capacidade de defesa do corpo em casos de infecções ou outros tipos de sobrecarga imunológica (como o estresse). Suínos suplementados com vitamina C apresentam menor susceptibilidade às infecções e melhores resultados de desempenho quando presentes em um ambiente com alto desafio sanitário.

Ainda existe uma série de ingredientes e aditivos que agem de forma indireta, melhorando o estado geral do animal. Como moduladores indiretos podem ser citados as enzimas, os acidificantes, o óxido de zinco e o sulfato de cobre.

MODO DE AÇÃO desses aditivos/ingredientes no organismo do animal:

  1. Célula intestinal - Através de mudanças fisiológicas da microbiota (inibição de microorganismos patógenos e estimulação de microorganismos benéficos) há uma melhora na digestibilidade dos nutrientes. Assim, as variáveis zootécnicas são melhoradas e isso resulta em maior ganho de peso, melhor conversão alimentar e menor período de engorda.
  2. Células imunocompetentes: Através da modulação de células imunocompetentes, a resistência do animal contra as infecções é aumentada, resultando em uma melhora na saúde geral do animal. Isto resulta na redução da mortalidade, na melhora na condição sanitária e no aumento da proteção das vacinas.
  3. Células gastrintestinais - Pela modulação das células da mucosa gastrintestinal, a desintoxicação é mais rapidamente atingida. Os efeitos tóxicos das micotoxinas são minimizados. Consequentemente os animais exibem melhor crescimento, melhor qualidade de carne e melhor imunidade.
  4. Células do fígado - Pela modificação das atividades metabólicas das células do fígado, a síntese de proteínas e gorduras fica alterada. Menos gordura e mais proteína é produzida. Isto faz com que ocorra menos deposição de gordura, mais carne disponível e maior conteúdo de proteína no leite.
  5. Células glandulares - A atividade das células glandulares é alterada e isto resulta em maior produção de leite e melhor desempenho produtivo.

Entretanto, é importante lembrar que somente adicionando aditivos e/ou ingredientes às dietas não será suficiente para manter um plantel saudável e livre de doenças. Para diminuir os desafios presentes no meio ambiente é necessário que o suinocultor se atente para uma série de outros fatores de manejo que influenciam o desempenho da criação.

Abaixo segue um check list de controle para auxílio no monitoramento geral do manejo da granja, com o objetivo de minimizar os riscos de doenças no rebanho:

 

Conclusão

As células que compõe o sistema imune são responsáveis por várias alterações nutricionais que ocorrem durante qualquer desafio imunitário. Nestes casos, ocorre uma redução no desempenho do animal, associada a uma resposta inflamatória.

Por esta razão, é importante que se previna o animal destas exposições aos patógenos através de programas de biosseguridade, de vacinações e de alimentação com ingredientes e/ou aditivos que modulam a microbiota intestinal.

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